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A moto mais estranha do mundo
Verdades e Mentiras sobre o Seguro Obrigatório
Oração do Motociclista
Os 10 mandamentos da pilotagem segura
Serviços de motoboy podem ser regularizados
Motoboy via satélite


A moto mais estranha do mundo

O que dizer de uma moto com duas rodas lado a lado como se fossem uma? Pois ela acaba de ser criada! Quem conta é a última edição da "Motorcycle Mojo Magazine".

O criador da máquina bizarra batizada como Uno é Ben Gulak, um canadense de 18 anos, que usou a tecnologia do giroscópio - a mesma do Segway - para dar asas à imaginação sob rodas. A moto é automática (só possui botão para ligar e desligar) e é totalmente controlada pelo movimento do corpo do motorista.

E, de quebra, a UNO ainda ajuda a combater o aquecimento global: o "monociclo" é elétrico.

"Eu me inspirei a fazer a moto depois de visitar a China anos atrás e ver toda a poluição no ar", disse o inventor.

Agora Gulak está à procura de parceiros para produzir a Uno em escala industrial.

Será que um modelo como esse resiste a um test drive na Avenida Brasil?

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Verdades e Mentiras sobre o Seguro Obrigatório

Afinal de contas, qual é a data de pagamento do famigerado Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). Para esclarecer essa dúvida, recorremos ao Código de Trânsito Brasileiro no que diz respeito à documentação de veículos e condutores. A lei é muito clara: são de porte obrigatório apenas a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Se não portar o licenciamento, o motorista poderá ter o veículo apreendido, pagar multa e ainda receber cinco pontos na carteira por falta gravíssima. Também pagará pelo reboque e as diárias do pátio. Para receber o CRLV, o motorista terá que quitar o Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), a Taxa de Licenciamento, as multas e o DPVAT ou Seguro Obrigatório, como é conhecido.

Cabe ao Estado determinar as datas de vencimento das parcelas do IPVA e da Taxa de Licenciamento. Ao pagar esses dois tributos após a data de vencimento, o consumidor estará sujeito a juros e a multa por atraso. Já em relação ao DPVAT e as multas de trânsito, não há modificação do valor, independente da data de pagamento.
Daí, esclareço de vez a confusão: nenhum guarda ou fiscal de trânsito tem direito de cobrar comprovante de quitação, seja de multas, IPVA, Taxa de Licenciamento ou de Seguro Obrigatório. Não há nada que obrigue o motorista a comprovar o pagamento. Até o início do novo licenciamento, o motorista deverá portar o CRLV do ano anterior e a CNH, nada mais. É claro que o novo certificado só será enviado a quem quitar os quatro itens do licenciamento.

O Governo Federal (maior sócio do DPVAT) e a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) dizem que o DPVAT deve ser pago com a primeira parcela do IPVA ou com o pagamento à vista do mesmo imposto. Porém, esses têm o único objetivo de pressionar os proprietários de veículos a recolher já o DPVAT, favorecendo quem irriga seus caixas com esses recursos. E se não pagá-lo nessa data? Nada, absolutamente nada, ocorrerá.
Assim, toda e qualquer apreensão de veículo, e aplicação de multa por falta de pagamento de DPVAT será absolutamente arbitrária e passível de punição do agente. Mesmo porque, no auto de infração deve constar o dispositivo legal aplicado no caso de multa.

Se tal dispositivo só existe para a falta de CRLV e CNH, como cumprir tal exigência?
Falta às autoridades prestar esses esclarecimentos aos contribuintes, mostrando-lhes seus direitos e obrigações e não divulgando de forma massiva informações maldosas e sem qualquer fundamento legal, como ocorre todo ano.

Fonte: Jornal Super – Belo Horizonte, 21 de janeiro de 2008. – Artigo Délio Malheiros – deliomalheiros@gmail.com

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Oração do Motociclista

Senhor meu Deus e meu Pai, Louvo a ti pelo meu dia de serviço.
Peço ao Senhor que neste dia acampe os teus anjos de guarda ao meu redor,
Livrando-me de todas as artimanhas e armadilhas do inimigo.
Livra-me de todos os acidentes, das bocas de lobo e dos bueiros sem tampas, livra-me das fechadas dos carros, até mesmo de alguma porta de veículo que venha abrir e me atingir.
Livra-me das balas perdidas que possam vir a me atingir, livra-me das linhas cortantes de pipas, livra-me dos buracos na pista, de pedras no caminho, de alguma mancha de óleo que possa me fazer derrapar e cair.
Também Pai, livra-me dos ladrões que queiram roubar a minha moto, pois esta é a minha ferramenta de trabalho.
Senhor, sou teu servo e confio na tua proteção e desde já agradeço-te em nome de Deus, Amém.

Refrigere minha alma, guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.
Sal. 23 – Vrs. 3

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Os 10 mandamentos da pilotagem segura

1 – Conhecer as leis de Trânsito e obedecer a sinalização;
2 – Usar sempre capacete e os equipamentos de segurança;
3 – Conhecer o veículo que está pilotando e saber comanda-lo;
4 – Manter o veículo sempre em boas condições de funcionamento;
5 – Prever a possibilidade de acidentes e ser capaz de evitá-los;
6 – Ser capaz de decidir com rapidez e corretamente nas situações de perigo;
7 – Não aceitar desafios e provocações;
8 – Não conduzir cansado, sob o efeito de álcool e drogas;
9 – Ver e ser visto;
10 – Não abusar da autoconfiança.

“PILOTAR DEFENSIVAMENTE É PILOTAR PARA SI E PARA OS OUTROS”

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Serviços de motoboy podem ser regularizados

O assunto é polêmico e sempre que se começa a tratar dele, cria-se uma grande discussão. A prestação de serviços de moto-entrega, ou a profissão que chamamos de "motoboy" já rendeu uma série de debates não só em Juiz de Fora como em todo o país. Isso porque influi na vida de dezenas de trabalhadores que optam por essa profissão, de centenas de pessoas que utilizam o serviço e de milhares de motoristas que estão sempre em contato com eles nas ruas da cidade.

Para tentar dar um fim a tantas polêmicas, a Câmara Municipal estuda um projeto de lei do vereador João do Joaninho (PTB) que quer regulamentar a prestação de serviços de moto entrega em Juiz de Fora. O projeto já está tramitando nas comissões técnicas da Câmara e irá reger a utilização dos seviços de entrega de carga que utilizam motos, definindo regras e punições para quem as infringir.

De acordo com o projeto, somente pessoas jurídicas e credenciadas na Agência de Transporte e Trânsito, Gettran, estarão autorizadas a prestar o serviço, contratando motoristas cadastrados. E para ser motoboy também existem algumas exigências. O condutor terá que ter 19 anos, possuir habilitação categoria A, por no mínimo um ano. Ele deve passar por um curso especializado e saber utilizar equipamentos de segurança. Além disso, se a lei for aprovada, o motorista vai ter que apresentar a certidão de pontuação do Detran.

Quem descumprir alguma regra pode ser advertido, multado, suspenso temporariamente e ter cassada a autorização para trabalhar com o serviço. Essa última punição acontece em caso de mais de uma reincidência. A Gettran é que iria definir as faltas e punições. A Gettran também teria a incumbência de fiscalizar as motos cadastradas e que viriam com o número da placa gravado no baú de carga do veículo.

Após passar pelas comissões da Câmara, se o projeto não tiver nenhuma inconsistência jurídica, vai a plenário para ser votado. Se for aprovado, passa à sanção pela Prefeitura.

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Motoboy via satélite

'A localização por GPS ganha as ruas. Dos sistemas de monitoramente de veículos às coleiras de cachorro'

Não adianta tentar se esconder. As tecnologias de localização estão se aproximando cada vez mais do dia-a-dia dos meros mortais. Já é possível encontrar, eletronicamente, quase tudo que se movimente, quase tudo que se movimente no globo. O motoqueiro, por exemplo, está equipado para ser monitorado e acionado instantaneamente. A "culpa" é do cinturão high tech preso a seu corpo. Nele, estão acoplados um aparelho celular com rádio bidirecional iDEN e um módulo de comunicação GPS, que se encarrega de acionar a comunicação com satélites, informando o local exato por onde o rapaz circula. O Motokit, como é chamado, foi desenvolvido por uma equipe da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

Criado nos laboratórios do Exército americano, o GPS, sigla em inglês de sistema de posicionamento global, conta com 24 satélites posicionados a 20.200 quilômetros da Terra. O mecanismo de localização desses satélites trabalha com uma taxa de precisão que pode variar de 1 a 15 metros. Hoje, cada vez mais, o GPS aparece em aplicações desenvolvidas para facilitar o cotidiano e, de quebra, está ganhando novos aliados com a adequação de tecnologias de rádio e de triangulação de antenas de telefonia celular.. Comum no gerenciamento de frotas de caminhão, o GPS aparece até nos carros de passeio. Seguradoras como a Porto Seguro, a Liberty Paulista e a Mitsui Marine exigem a instalação dessa teclogia nos veículos mais cobiçados pelos ladrões, como picapes e alguns modeos importados. O GPS também entra em ação na hora de trocar e-mails, independente de ter um provedor e uma operadora de telefonia por perto. A empresa americana Global Satelite Communicator já vende na internet, por 999 dólares, o GSC 100, um aparelho que permite enviar e receber mensagens de texto via satélite. Algumas aplicações de localização esbarram na ficção científica. A operadora telefônica sueca Telia, por exemplo, apelou para os satélites para não perder os bichos de estimação de vista: criou uma coleira equipada com GPS para rastrear cães e gatos. A americana ADS - Applied Digital Solutions foi bem mais longe. Não quis colocar seu chip Digital Angel, equipado com um módulo GPS, apenas em relógios, cintos e coleiras. Do tamanho de uma moeda de 1 centavo de real, ele pode ser implantado sob a pele de pessoas e animais. Alguém aí ainda pensa em sumir do mapa?



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